Terapias integrativas para mulheres e famílias: Flávio Mantovani aprovou a lei em Maringá e, como pré-candidato a deputado estadual, leva esse direito para o Paraná

Fitoterapia, shantala, reiki e plantas medicinais já têm respaldo legal no município desde 2020. O que foi construído aqui pode chegar a toda mulher paranaense

Existem saberes que as mulheres carregam há gerações. O chá que acalma, a erva que alivia, o toque que cura, a massagem que fortalece o vínculo entre mãe e filho. Durante muito tempo, esses saberes ficaram do lado de fora do sistema público de saúde. Em Maringá, isso mudou.

O vereador Flávio Mantovani foi o autor da Lei Municipal n. 11.132/2020, que reconhece oficialmente as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde no município e prevê sua oferta nas unidades de saúde, hospitais e centros de atenção psicossocial. Entre as práticas contempladas estão fitoterapia, plantas medicinais, shantala, reiki, aromaterapia, ayurveda, reflexoterapia e terapia de florais, modalidades que acompanham as mulheres em diferentes fases da vida, da gestação à menopausa, do parto ao puerpério, do cuidado com os filhos ao cuidado com si mesmas.

A lei não surgiu de um gesto simbólico. Ela foi construída, debatida, aprovada e está em vigor desde 2020. Tem número, tem publicação, tem validade jurídica.

É essa concretude que Flávio Mantovani, pré-candidato a deputado estadual pelo Paraná, leva para a disputa de 2026. Não a intenção de cuidar das mulheres, mas a prova de que ele já o fez, dentro das possibilidades do mandato que exerceu.

Com um mandato estadual, as possibilidades são maiores. Porque o que Maringá conquistou pode ser direito de toda mulher paranaense. Isso não é promessa nova. É continuidade do que já foi feito.