Mercado pet supera R$ 77 bilhões e comprova: política pública bem estruturada transforma cuidado em desenvolvimento econômico

Com método e visão estratégica, Flávio Mantovani consolida modelo de bem-estar animal que organiza cidades, fortalece o mercado pet e projeta crescimento sustentável no Paraná

O mercado pet brasileiro já ultrapassa R$ 77 bilhões em 2025 e deve superar R$ 83 bilhões em 2026, segundo dados do Instituto Pet Brasil e da Abinpet. O Brasil ocupa hoje a terceira posição entre os maiores mercados pet do mundo.

Mas o dado mais relevante não é apenas o tamanho do setor. É o que está por trás desse crescimento.

O avanço do mercado pet está diretamente ligado à profissionalização, à formalização de empresas e, principalmente, ao fortalecimento das políticas públicas de bem-estar animal.

A lógica é clara: Sem organização, há improviso; Com política pública, há estrutura; Com estrutura, há investimento e onde há investimento, há desenvolvimento.

Quando o cuidado vira política pública, a cidade evolui

Durante anos, a proteção animal dependia exclusivamente da ação individual. Isso gerava: Abandono; Superpopulação; Informalidade no setor; Pressão sobre a saúde pública e Mercado desorganizado.

Quando o cuidado se transforma em lei, ele deixa de ser exceção e passa a ser política de Estado.

Política pública cria previsibilidade;  Previsibilidade gera segurança jurídica;  Segurança jurídica atrai investimento. E investimento fortalece o mercado local.

O modelo estruturado implantado por Flávio Mantovani

Foi com essa compreensão estratégica que Flávio Mantovani estruturou, em Maringá, um modelo integrado de política pública de bem-estar animal reconhecido como referência.

No livro De Protetor a Legislador, ele sintetiza o conceito: “Enquanto a compaixão salva um animal por vez, as políticas públicas salvam milhares e organizam o futuro das cidades.”

O modelo implementado incluiu

Secretaria exclusiva de Bem-Estar Animal; Mais de 50 mil castrações realizadas; Fiscalização permanente contra maus-tratos; Programas de microchipagem; Educação e conscientização nas escolas; Estrutura administrativa organizada.

O impacto foi duplo: social e econômico

Redução do abandono; Controle populacional; Melhoria da saúde pública; Fortalecimento do setor pet.

Mercado pet forte é resultado de política pública eficiente

Com ambiente regulado e organizado, o setor passou a crescer com mais estabilidade.

Resultados observados: Expansão de clínicas veterinárias; Formalização de pet shops; Crescimento de serviços especializados como adestramento e hotelaria; Geração de empregos; Maior circulação de renda no comércio local

A política pública deixou de ser apenas proteção animal. Passou a ser estratégia de desenvolvimento urbano.

Os 5 pilares do método que funciona

O modelo estruturado segue cinco eixos fundamentais: 1. Conselho Municipal de Bem-Estar Animal; 2. Lei municipal de combate aos maus-tratos; 3. Programa permanente de castração; 4. Educação e conscientização; 5. Estrutura pública técnica e organizada.

Planejamento evita crise.

Método gera resultado.

Gestão estruturada cria crescimento sustentável.

O próximo passo: integração estadual

Para Flávio Mantovani, o avanço natural é ampliar essa estrutura para o nível estadual.

“O que implantamos em Maringá é um modelo replicável. Quando o Estado coordena, padroniza e garante suporte técnico aos municípios, o desenvolvimento deixa de ser isolado e passa a ser estruturante.”

A integração estadual amplia: Segurança jurídica; Organização administrativa; * Investimentos no setor pet; Geração de emprego; Desenvolvimento regional sustentável

Política pública não é custo. É estratégia econômica.

Investir em bem-estar animal significa: Reduzir gastos futuros com abandono e saúde pública; Organizar o ambiente urbano; Estimular empreendedorismo; Fortalecer a economia local; Gerar desenvolvimento sustentável.

O crescimento do mercado pet brasileiro comprova uma verdade estratégica: Cidades organizadas crescem mais. E o Paraná tem todas as condições de consolidar a política pública de bem-estar animal como eixo estruturante de desenvolvimento econômico e social.

Quando o cuidado vira método, o resultado deixa de ser pontual e passa a ser permanente.